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Coronavírus: tudo que idosos precisam saber para enfrentar essa pandemia

Não se fala de outro assunto! Desde o final de 2019 e principalmente após o carnaval de fevereiro de 2020, o coronavírus está tomando os noticiários. Em 11 de março, a  OMS (Organização Mundial da Saúde) decreta epidemia do novo vírus. Mas o que significa o coronavírus para idosos?

Neste artigo, vamos mostrar tim-tim por tim-tim tudo que está sendo divulgado sobre o novo vírus, quais são as orientações dos especialistas, especialmente para os idosos, e quais são os próximos passos. Confira só!

O novo coronavírus – o COVID-19

Coronavírus é uma família de vírus que causa danos em animais e em seres humanos, conhecida pela ciência desde os anos 1960. Na pessoas, as doenças causadas pelas suas variações costumam provocar sintomas parecidos com um resfriado comum até a síndromes respiratórias mais graves.

Esse novo coronavírus, que recebeu o nome de COVID-19 (ou também 2019-nCoV), é uma variação que começou a ser identificada no final do ano passado, na cidade de Wuhan, na China.

Ainda não está claro para os cientistas como essa nova mutação ocorreu.

Como causa uma doença que a gente nunca teve contato antes, o corpo não possui imunidade a ela

O vírus entra no corpo pelas mucosas – principalmente boca, nariz e olhos. A transmissão é feita a partir das gotículas que as pessoas soltam ao tossir, espirrar e, até mesmo, só por respirar. A saliva, portanto, carrega o coronavírus. Aperto de mão e abraço também facilitam a propagação do coronavírus.

Uma única gotícula pode conter milhares de vírus, que podem contaminar as pessoas próximas ou ficar em objetos (como maçanetas, celulares, computadores, corrimão, entre outros).

Mesmo uma pessoa sem sintomas pode transmitir o coronavírus.

Principais sintomas de coronavírus

Os sintomas causados pelo coronavírus são muito parecidos com uma gripe comum. O que mais aparece é febre, tosse seca e dificuldade de respirar.

Veja só a tabela comparativa com uma gripe e um resfriado comum:

Qual o período de incubação do vírus?

Segundo a OMS, o período de incubação do novo coronavírus é de 1 a 14 dias. Isso acontece porque pode levar um tempo para os sintomas se manifestarem. 

Na média, os primeiros sintomas costumam aparecer em 5 dias. Mas existem pessoas que nem chegam a apresentar os sintomas.

Quem corre mais risco?

É… Não tem jeito! Que mais corre riscos com o coronavírus são as pessoas com mais de 60 anos e/ou que possuem doenças crônicas, como diabetes e doença cardíaca coronariana.

Ainda não há dados específicos sobre as grávidas. No entanto, como a gestação provoca grandes mudanças imunológicas e hormonais, elas podem estar mais vulneráveis.

Já as crianças podem estar tão vulneráveis quanto os adultos. O que está sendo percebido até agora é que raramente adoecem, mas pode acontecer.

Como se prevenir?

Você já ouviu falar em Etiqueta Respiratória? Pois é, esse termo define um conjunto de regrinhas para ajudar na prevenção e diminuir o alcance de doenças respiratórias. Em tempos de coronavírus, elas são essenciais!

Veja só as dicas:

Governo antecipa metade do 13º dos aposentados para abril

Para ajudar a diminuir o impacto do novo coronavírus no Brasil, o Ministério da Economia também anunciou medidas para beneficiar os aposentados, que compõem a parcela da população mais vulnerável:

  • A primeira parcela do 13º salário do INSS será paga em abril; normalmente, é paga em julho;
  • A Prova de Vida está suspensa por 120 dias; deve se valer, portanto, até o mês de setembro;
  • O governo irá propor ao Conselho Nacional de Previdência Social reduzir os juros máximos do empréstimo consignado e também ampliar o prazo para realizar as operações;
  • A ideia também ampliar a margem consignável.

Isso é uma boa notícia para ajudar aposentados e pensionistas diante das mudanças provocadas pela pandemia de coronavírus. É importante acompanhar qualquer nova novidade do INSS.

Não compartilhe notícias falsas de WhatsApp

Mesmo com as mais boas intenções, nem tudo que você lê por aí é verdade! Por isso, procure canais de comunicação com informações corretas.
Você pode acompanhar os veículos de jornalismo profissional e os canais de comunicação do Ministério da Saúde. Não acredite em qualquer informação que você receber pelo WhatsApp sem antes checar em outros locais.