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3 motivos para não tomar empréstimo com um agiota

Por que não tomar empréstimo com um agiota?

Conseguir crédito com o nome “sujo” na praça pode ser muito difícil. Isso acontece porque instituições financeiras que concedem empréstimos e outras linhas de crédito precisam evitar a inadimplência. Para tanto, elas se valem de consultas ao SPC e ao Serasa, pedem avalistas, comprovantes de renda etc. Por conta dessas dificuldades, pessoas negativadas acabam por procurar crédito em caminhos alternativos, como tomar empréstimo com um agiota.

Apesar de comum, a agiotagem é um crime e prejudica muitas pessoas. Se cogita a possibilidade de procurar serviços financeiros através de um agiota, é melhor repensar essa decisão e procurar por outras alternativas.

Neste artigo, apresentamos os 3 principais motivos para não pegar dinheiro emprestado com um agiota e outros caminhos possíveis para se conseguir crédito estando negativado.

Os 3 principais motivos para não tomar empréstimo com agiotas

1. A agiotagem é um crime

A agiotagem, apesar de ilegal, conforme o Art. 4º da Lei 1521/1051, é uma prática comum e consiste, basicamente, no oferecimento de empréstimos fora do mercado de crédito legal. Ou seja, agiotas não são autorizados pelo Banco Central a emprestar dinheiro e tampouco seguem as suas regras para essa atividade.

2. As taxas de juros cobradas por agiotas são abusivas

Por não responderem a nenhum órgão regulamentador, os agiotas cobram taxas de juros muito elevadas. A taxa de alguns chega a atingir 100% ao mês. A cobrança de ágio (juros) superior à taxa oficial de câmbio estabelecida também é um crime contra a economia popular, previsto na Lei 1521/1051.

3. A cobrança de agiotas não é feita pelos meios legais

Por mais que os agiotas ofereçam empréstimos para negativados, eles também precisam garantir que vão receber o valor emprestado. Sendo assim, muitos pedem que o solicitante deixe sob a sua posse objetos de valor, como carros e joias, para garantia.

Além disso, como a agiotagem é um crime, agiotas não podem recorrer à justiça em caso de inadimplência. Para evitar o prejuízo, muitos recorrem à violência como meio de coerção para garantir o recebimento.

Soluções legais de empréstimo

Recorrer a um agiota nunca é uma boa ideia.

Por isso, se precisa de dinheiro para quitar suas dívidas e limpar seu nome, é importante cortar gastos desnecessários e conseguir fontes alternativas de renda – como um emprego no final de semana ou a venda de determinado bem.

Caso isso não seja suficiente para quitar sua dívida, o próximo passo é buscar por linhas de crédito de instituições financeiras autorizadas a praticar empréstimo pelo Banco Central.

Empréstimo consignado

Uma opção, principalmente para aposentados e pensionistas do INSS e servidores públicos federais, é recorrer ao crédito consignado. Nessa modalidade, o pagamento das parcelas mensais é descontado automaticamente do benefício, tornando o processo mais seguro para a instituição financeira. Em contrapartida, a instituição não faz consultas aos órgãos de proteção de crédito nem pede avalista ou comprovante de renda.

Para saber se tem direito a crédito consignado, use o nosso Simulador.

Caso não se enquadre nos critérios para contratação do crédito consignado, há outras alternativas de crédito. Algumas podem pedir avalista ou comprovante de renda. Se você não conseguir o aval ou estiver sem renda formal, há ainda a opção de realizar um empréstimo com outra pessoa física, que não um agiota.

Peer-to-peer lending

Uma delas é o peer-to-peer (ou P2P) lending, um modelo recentemente regulamentado pelo Banco Central. Trata-se de uma modalidade em que uma empresa conecta pessoas que precisam de empréstimo com investidores que buscam retornos maiores. Através do P2P, é possível contratar até R$ 15 mil.

Empréstimo legalizado entre pessoas físicas

Outra modalidade é conseguir o dinheiro emprestado através de familiares e conhecidos, por meio de um contrato simples, cujas taxas de juros não podem ultrapassar os 12% ao ano. Acima dessa taxa, o empréstimo pode ser visto como agiotagem.

Pessoas negativadas são alvos fáceis

Está negativado? Não se desespere a ponto de optar pelo primeiro empréstimo que surgir. Além dos agiotas, existem também os estelionatários que aplicam golpes de falsos empréstimos para lucrar. Lembre-se: nessa hora, é preciso ter calma e procurar pela melhor opção.

Para saber mais sobre o golpe do falso empréstimo e o que você pode fazer para evitá-lo, leia o artigo abaixo:

Golpe do empréstimo: saiba o que é o que fazer para se prevenir

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Exemplo representativo utilizando as taxas máximas de contratação para aposentados e pensionistas do INSS: um empréstimo de R$ 1.000,00, parcelado em 72 meses, terá parcelas de R$ 28,57, com um valor final do contrato de R$ 2.057,04, tendo como dados adicionais para esse exemplo o IOF, com o valor de R$ 31,24, sem tarifa de cadastro, juros de 2,08% a.m. (28,0230% a.a.) e o CET, de 2,19% a.m. (30,13% a.a).

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